Rasgue seu diploma. Compre um novo!

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Acredito que esta seja a primeira vez que um artigo deste blog se enquadra em três categorias: comportamento, internet e mercado, pois o tema tem a ver com todas elas: a venda de diplomas, uma

A união que nos falta

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Quando me mudei para São José dos Campos, em 1974, fiquei muito feliz por comprar minha primeira casa. O bairro era afastado do centro da cidade, as ruas não tinham calçamento e

Este site para surdos

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Apesar da curiosidade e de conhecer pessoas habilitadas para conversar com os surdos através de sinais, esta competência nunca foi uma de minhas preocupações, pelo menos até pouco tempo atrás. Entretanto, alguns

Os webdisasters

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É triste, mas é a realidade… A quantidade de gente ingênua, despreparada e atrevida que invadiu a internet é assombrosa! Até aí, tudo bem, essa gente está por aí, nas ruas, nas

Os roubos institucionais

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Que os bancos mandam no país todo mundo sabe. Afinal, são eles que socorrem os governos quando a arrecadação não é suficiente para patrocinar todas as mordomias e atender a todos os

Americanization

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Por acaso, falo Inglês. Me interessei pelo idioma aos doze anos, por influência dos Beatles. Queria saber o que cantavam e cantar igual, assim como meu parceiro de banda, o Chicão. Ousamos

Novos métodos de ensino

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Muitos professores se queixam devido à dificuldade que têm em conseguir a atenção de seus alunos, especialmente porque os jovens, e até crianças, têm se dedicado mais aos seus celulares e tablets

Estupro: a polêmica da vez

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Nos últimos dias, em decorrência dos abusos que vêm sendo registrados no metrô, muitos blogs e jornais têm colocado em pauta a discussão da culpa sobre os estupros. Uns alegam que a

Que tal um rolezinho?

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No dia de Natal, em 2013, a jornalista Eliane Brum publicou no site Geledés Instituto da Mulher Negra (http://www.geledes.org.br/) um artigo com o título “Rolezinho: o que estes jovens estão ‘roubando’ da classe média brasileira”. Em seu texto, Eliane resume o novo fenômeno como uma mera manifestação de direito de uma classe segregada da sociedade brasileira. Segundo ela, nada há a ser criticado no simples encontro de pessoas que, como quaisquer outras, têm o direito de visitar um shopping, ainda que sejam 6.000 pessoas gritando juntas a frase “Eita, porra, que cheiro de maconha” do funkeiro MC Daleste, como aconteceu no shopping de Itaquera, em São Paulo, no dia 7 de dezembro.

Banalização e mediocridade

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A mediocridade das pessoas, somente durante a primeira década deste século, superou, e muito, a mediocridade que assistimos ao longo de toda a segunda metade do século passado. E continua superando. Além