Que eu pague a minha língua

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Acabo de assistir ao encerramento das Olimpíadas de 2012. Um show de gente grande. Fantástico! Eu diria irrepreensível se não fossem os oito minutos dedicados ao Brasil. Os brasileiros aplicaram, de novo, a mesma receita, começando com um gari ensinando um segurança inglês a dançar samba; depois seu carnaval; “seu” Jorge representando o malandro; mais um pouco de batucada, índios, e as músicas Maracatu Atômico e Aquele Abraço. Para salvar o espetáculo, – ufa! – um trecho da bachiana nº 5 de Villa Lobos na voz de Marisa Monte. E fechando “com chave de ouro”, a presença de Pelé, “a pessoa que melhor representa o esporte brasileiro“, segundo Galvão Bueno (Ué, Galvão, não era o Senna?).

O gorgulho brasileiro

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Não, não há erro no título desta postagem. Gorgulho – também conhecido como caruncho ou carcoma – para quem não sabe, é um inseto que perfura sobretudo madeira, cereais e feijão, reduzindo-os

Santa Paciência vs. Bagunça Paulista – o que é pior?

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Mês passado, completaram-se três anos desde a minha vinda para esta cidade. Eu já estava cansado de Santa Paciência – forma como me refiro à cidade de Santa Isabel por considerá-la como

O erva

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Quando a família não cresce, as casas ficam pequenas devido à enorme quantidade de tralhas, badulaques e coisas inúteis que as pessoas, levadas pelo sentimentalismo ou pelo egoísmo, costumam guardar pensando que

Quanta falta você faz?

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Meu amigo, minha amiga, eu recomendo a todas as pessoas que já passaram a marca dos trinta anos. E mais: acho imprescindível para quem já passou dos cinquenta. É melhor que yoga,